Há algumas semanas, o Jornal da Globo exibiu uma matéria bem interessante sobre o mercado de aplicativos no mundo e que vale a pena ser colocada aqui para quem não teve a oportunidade de assistir. Todo mundo sabe que esse mundo dos aplicativos começou com a Apple, mas vários fabricantes já estão se colocando junto a fabricante e desenvolvendo aplicativos para seus smartphones.
Existem muitos aplicativos por aí que vieram para facilitar a nossa vida e essa é a tendência daqui para frente. Confira a reportagem completa sobre esse mercado de aplicativos e sobre alguns aplicativos bem curiosos pelo mundo afora:
Abraço,
Hoje vamos ver um pouco mais sobre Mobile-Payment. Abaixo uma apresentação criada por Guacira Quirino Miranda há pouco mais de um ano atrás, mas que ainda traz dados interessantes, por isso resolvi publicá-la aqui. Vejamos:
Em sua apresentação, Guacira mostra o mobile payment como uma forma de facilitar a transação de pequenas quantias, como pagamento entre pessoas, nas vendas porta-a-porta, dentre outros. Eu acrescento que o comércio também tem a ganhar com esta forma de pagamento, pois facilita não só a vida do comerciante, mas também a do consumidor.
A hipótese do celular se tornar uma carteira eletrônica, como exposto na apresentação, pode ser visto como algo mais amplo. Os celulares fazem parte da vida da grande maioria das pessoas hoje em dia, pois ele serve não só para ligar, mas também para bater uma foto, mandar uma mensagem de texto, acessar a internet e, por que não, realizar transações monetárias de forma tão simples quanto todos os demais recursos que acabei de citar. Com isso o celular acaba se tornando um “tudo-em-um”.
Alguns dos problemas citados na apresentação ainda são válidos para os dias de hoje. A cultura é uma delas. O hábito de usar o celular como forma de realizar pagamentos ainda hoje é algo a ser trabalhado entre os consumidores, e este é o principal desafio a ser superado.
Quanto às vantagens, estas são as mais variadas possíveis. Uma das que mais me chama a atenção é a abolição de papel e plástico, sendo assim sustentável. Além disso, a mobilidade e o alcance a clientes que não possuem contas bancárias, como os adolescentes, são vantagens de extrema importância.
E você, o que acha do Mobile-Payment?
Abraço,

Durante a semana passada (entre os dias 25 e 31 de janeiro) estive presente em mais uma edição da Campus Party Brasil, o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. O encontro anual reúne, durante sete dias, milhares de participantes, devidamente acompanhados de seus computadores, malas e barracas, com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, comunicações e novas tecnologias.
Este ano o evento começou com o debate “Mobilidade e dispositivos móveis: o futuro da internet?”. Para discutir o assunto, ninguém menos que Nick Ellis (blogueiro do Digital Drops e do AppStore Blog), Marcelo Castelo (sócio-diretor da agência F biz), Ricardo Longo (sócio-diretor da Fingertips) e Hilton Mendes (diretor de desenvolvimento de terminais da Vivo), com moderação do jornalista criador do blog De repente, Rafael Sbarai. O assunto em voga era o papel dos recursos móveis na era digital.
“A mobilidade não é o futuro da internet, a mobilidade da web já chegou”, disse Nick Ellis.
A realidade aumentada foi um assunto levantado na discussão, mas no entendimento de todos, está apenas começando no universo mobile. Apesar de permitir uma série de ações, ainda não se popularizou.
O papel do Android e da Apple na comunicação mobile tiveram sua importância ressaltadas quando o assunto foi georeferenciamento para o mundo do marketing e da publicidade. Também teve destaque o uso de recursos como SMS, no lugar dos famosos e-mails marketing.
Uma coisa bacana que Hilton Mendes ressaltou foi: “Temos que lembrar que muitas pessoas não têm acesso a nada, mas essas pessoas têm vontade de entrar nesse mundo digital, se vê pelos números de acesso em lan houses”. Isso deveria fazer com que o governos e instituições privadas refletissem ainda mais sobre este cenário.
“É uma vergonha que as pessoas não tenham acesso à internet. Para mudar essa situação é preciso uma atitude do governo e do setor empresarial”, afirmou Nick Ellis.
Marcelo Castelo ainda disse uma coisa que acredito com todas as minhas forças, e que, pra mim, é a maior de todas as verdades. “A internet dá acesso ao mundo. Mas é o conteúdo que instiga as pessoas a usarem a tecnologia.”
Abraço,