• fev/2010

    01

    Mobilidade

    Mobilidade na Campus Party Brasil 2010

    Mobilidade-CPartyBR

    Durante a semana passada (entre os dias 25 e 31 de janeiro) estive presente em mais uma edição da Campus Party Brasil, o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. O encontro anual reúne, durante sete dias, milhares de participantes, devidamente acompanhados de seus computadores, malas e barracas, com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, comunicações e novas tecnologias.

    Este ano o evento começou com o debate “Mobilidade e dispositivos móveis: o futuro da internet?”. Para discutir o assunto, ninguém menos que Nick Ellis (blogueiro do Digital Drops e do AppStore Blog), Marcelo Castelo (sócio-diretor da agência F biz), Ricardo Longo (sócio-diretor da Fingertips) e Hilton Mendes (diretor de desenvolvimento de terminais da Vivo), com moderação do jornalista criador do blog De repente, Rafael Sbarai. O assunto em voga era o papel dos recursos móveis na era digital.

    “A mobilidade não é o futuro da internet, a mobilidade da web já chegou”, disse Nick Ellis.

    A realidade aumentada foi um assunto levantado na discussão, mas no entendimento de todos, está apenas começando no universo mobile. Apesar de permitir uma série de ações, ainda não se popularizou.

    O papel do Android e da Apple na comunicação mobile tiveram sua importância ressaltadas quando o assunto foi georeferenciamento para o mundo do marketing e da publicidade. Também teve destaque o uso de recursos como SMS, no lugar dos famosos e-mails marketing.

    Uma coisa bacana que Hilton Mendes ressaltou foi: “Temos que lembrar que muitas pessoas não têm acesso a nada, mas essas pessoas têm vontade de entrar nesse mundo digital, se vê pelos números de acesso em lan houses”. Isso deveria fazer com que o governos e instituições privadas refletissem ainda mais sobre este cenário.

    “É uma vergonha que as pessoas não tenham acesso à internet. Para mudar essa situação é preciso uma atitude do governo e do setor empresarial”, afirmou Nick Ellis.

    Marcelo Castelo ainda disse uma coisa que acredito com todas as minhas forças, e que, pra mim, é a maior de todas as verdades. “A internet dá acesso ao mundo. Mas é o conteúdo que instiga as pessoas a usarem a tecnologia.”

    Abraço,

    Vinícius Mont Serrat

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    jan/2010

    18

    Segurança Online

    Haiti – Ajude, faça sua doação, mas CUIDADO com golpes digitais!

    Imagem: The Latest Maxwell News

    No blog que André Machado mantém no portal O Globo trás como títudo de um de seus últimos posts “Criminosos digitais usam Haiti como isca“.

    “A turma do mal na internet já se aproveita da tragédia no Haiti para misturar nos resultados de busca sobre o país na rede falsos endereços que levam a sites de “scareware” – aqueles que dizem que seu computador está desprotegido e insistem em instalar um antivírus falso.”

    No post André também informa que há informações sobre uma enxurrada de emails falsos pedindo doações para as vítimas do terremoto, conforme alertas emitidos pelo FBI.

    O alerta ainda diz para que se tome muito cuidado ao receber mensagens não-solicitadas sobre o assunto, não abrindo anexos, que podem conter programas nocivos, como vírus e afins.

    O assunto foi levantado no fórum Yahoo Respostas e dois tipos de respostas me chamaram a atenção. A primeira foi do Ed Lascar, que disse: “Ontem eu contribui com uma pequena quantia para a Cruz Vermelha, mas eu tive o cuidado de buscar um email antigo, que guardo com os links da entidade de verdade.”. Isso significa que as pessoas estão ficando cada vez mais antenadas e tomando bastante cuidado antes de realizarem transações bancárias, doações etc, e ainda continuam usando a internet para ajudar as pessoas.

    Outra tipo de resposta foi a da M.Crente que disse: “Este pessoal não perde tempo mesmo…de qualquer maneira muito obrigada pelo aviso. Vou repassar para os amigos para que não caiam em nenhuma ‘roubada’”. Isso significa que as pessoas estão dispostas a repassar a informação, tomar conhecimento das “roubadas” e do que fazer para não cair em uma.

    Sites e blogs que trazem o assunto à tona mostram como evitar estas falcatruas que estão pipocando por aí, como no G1, no 1ª Mão, e em outros tantos. Nunca é demais avisar sobre como não cair em furadas na hora de ajudar o próximo.

    Há vários site e empresas corretas que estão realmente dispostas a ajudar o Haiti e receber doações, como o Camiseteria, o app do Facebook FarmVille, Grupo Pão de Açucar, dentre tantos outros.

    Vamos ajudar o Haiti e quem mais precisar de nossa solidariedade, mas sem deixar de lado o cuidado para não ser a próxima vítima!

    Abraço,

    Vinícius Mont Serrat

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