
Foto: @vMontSerrat
Este último Natal foi próspero para os donos de lojas virtuais. Uma pesquisa realizada pela consultoria e-bit mostrou que as vendas virtuais cresceram 28% entre 15 de novembro e 24 de dezembro na comparação com o mesmo período do ano passado. As vendas de cerca de 1,6 bilhão de reais representam novo recorde para o varejo online do país e é um avanço para as vendas do ano de 2008, que ficaram em cerca de 1,25 bilhão de reais. A empresa afirmou que espera que haja expansão maior nos próximos anos. Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, com esse faturamento expressivo nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras.
O consumidor desse Natal presenteou com produtos de alto valor agregado, como eletrônicos, artigos de informática e eletrodomésticos. Segundo a e-bit, até poucos anos eles preferiam presentear com produtos mais baratos, como CD’s e DVD’s. A categoria que mais vendeu nesse final de ano foi Livros, seguida por Eletrodomésticos, ainda bastante impulsionada pela redução do IPI, e Saúde, beleza e medicamentos. Informática e Eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente, completando o ranking. Ainda segundo a pesquisa, o pico de vendas no Natal ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.
Aliado a estes dados da pesquisa do e-bit, dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de outubro mostram que o varejo físico brasileiro cresceu 8,4% em relação ao mesmo mês de 2008. O IBGE em uma pesquisa também apontou que o número de brasileiros com acesso à Internet cresceu 75,3% entre 2005 e 2008, passando a 56,4 milhões de usuários. Essa é uma tendência forte e que nos mostra que o comércio eletrônico vai crescer bastante nos próximos anos. É cada vez maior o número de pessoas que usam e abusam da Internet para fazer suas compras por “n” benefícios que vai desde a comodidade até a redução de custos e, como o número de brasileiros que possuem acesso à Internet só vem aumentando a expansão das vendas virtuais tendem a ser muito mais rápida.
E você? Tem o hábito de comprar pela Internet ou ainda tem algum receio?
Abraços,
Essa semana os links estão especiais… para deixar seu fim de semana mais interessante, segue algumas dicas:
1. Facebook é alvo de críticas por modificar regras de privacidade – MídiasSociais.net
2. Como pensar como o Bill Gates (em inglês) – Sources of Insight
3. Descubra qual é o melhor antivírus para o seu PC – G1 Tecnologia
4. 7 benefícios da Educação Financeira – Dinheirama
5. Aspirador se conecta a iPod para animar a limpeza – G1 Tecnologia
6. Empregos Verdes, Profissões do Futuro – M de Mulher
7. Emissões têm que cair para evitar desastre – Info Plantão
8. Saiba como os cibercriminosos transformam seus golpes em dinheiro – IDG Now
9. A união de Pão de Açúcar e Casas Bahia: o olhar do consumidor – Dinheirama
10. Qual é a do Google Wave? – Info plantão
11. 10 modelos de smartphone: Qual é o melhor para você? – Blogando Notícias
12. Acesso à internet cresce 75,3% no Brasil entre 2005 e 2008 – Terra Tecnologia
13. Quase metade dos usuários de celular não tem telefone fixo em casa – G1 Tecnologia
14. Saiba quem está enriquecendo com o iPhone (além da Apple) – MacWorld
15. Infográfico | Um dia na Internet – Comunicadores
Boa leitura e um ótimo final de semana!!!
Abraços,

Certamente você já fez alguma compra pela Internet, ou conhece alguém que tenha feito, certo? A cada ano cresce muito o número de usuários que fazem compras pela web. O Mercado abre cada vez mais suas portas para as lojas virtuais e o comercio eletrônico cresce com toda a força. Praticidade, confiança do consumidor, maior variedade de produtos, preços mais baixos, comodidade, facilidade de pagamentos… Esses são apenas alguns motivos pelos quais as pessoas compram pela Internet. Mas, qual será o perfil desses consumidores?
Foi realizada uma pesquisa feita pela Faculdade de Economia e Administração da USP, onde esta buscou traçar o perfil dos compradores via Internet. Segundo a pesquisa, o preço é fator predominante na hora de se decidir pela compra de produtos pela Internet. O estudo analisou seis fatores determinantes sobre a decisão do meio de compra: facilidade de acesso; preço; informação sobre o produto; segurança; socialização e afetividade; e conveniência. O fator predominante constatado foi o preço, com 31,9% da importância sobre a compra online. Em seguida vieram a facilidade de acesso, com 22,5%, informações sobre o produto, com 14,3% e segurança, com 12,6%. A socialização e afetividade e a conveniência foram os menos significativos, com 11,5% e 7,3% respectivamente.
Comparando as lojas online com as lojas físicas convencionais, a facilidade de acesso e a conveniência (como poder comprar a qualquer hora do dia ou da noite) são amplamente favoráveis à internet. Capacidade de encontrar preços mais baixos, e disponibilidade de informações sobre o produto também apresentam favorecimento ao meio digital, mas com menor intensidade. E apenas dois itens: o grupo socialização e afetividade, e segurança, são mais favoráveis à decisão pela compra nas lojas físicas.
“Os resultados obtidos já eram mais ou menos esperados. Há uma predominância de pessoas mais jovens, mas com escolaridade e renda bem mais elevadas do que entre as pessoas que nunca realizaram uma compra pela internet”, conta o pesquisador. A partir do cruzamento dos dados entre satisfação e intenção de compra pela internet, Pelissaro verificou que, quando um consumidor realiza uma compra online bem sucedida, há um aumento da confiança mais do que proporcional em continuar comprando pelo meio, ou seja, o consumidor se sente muito mais confiante para continuar consumindo produtos pelas lojas virtuais.
Um afto que chamou a atenção na pesquisa foi o fator segurança, que ficou como a quarta prioridade na decisão do meio de compra.
“Em pesquisas anteriores, esse quesito tinha um peso muito maior. Hoje, as pessoas aceitam abrir mão de parte da sensação de segurança para priorizar outros quesitos, como preço, facilidade de acesso e informações sobre o produto. Essa é uma grande mudança em relação ao passado”.
Apesar de são ser mais prioridade, a insegurança de uma compra online continua alta. Os consumidores se sentem inseguros mais ou menos na mesma intensidade que no passado, revela a pesquisa.
“O fato de não pesar tanto na decisão do meio de compra, não faz da internet, na visão dos usuários, um meio seguro para as compras. Os dados mostram que os consumidores ainda acham muito mais seguro comprar nas lojas físicas”
Particularmente eu acredito que esta insegurança sempre irá existirá enquanto a comparação for entre uma loja presencial e uma loja online. A ausência de calor humano na hora de realizar uma compra faz com que o consumidor se sinta menos seguro, apesar da comodidade e facilidade de compras online serem bastante relevantes na hora de efetuar uma compra.
Boas compras!
Abraços,
Fonte da pesquisa: Degradê da Moda