• fev/2010

    15

    EmpreendedorismoMobile Payment

    Square lança beta público do seu sistema de pagamentos para iPhone

    Há pouco tempo cheguei a postar aqui sobre um sistema de pagamento para iPhone desenvolvido pelo mesmo fundador do Twitter, você lembra? Pois bem, algumas novidades surgiram. A primeira é que além de ser liderado por Jack Dorsey, o projeto também conta com o apoio de Kevin Rose, do Digg, que recentemente se tornou mais um de seus investidores.

    O projeto também tem tomado proporções maiores e está saindo do papel. Nos últimos dias ele entrou em sua fase beta pública, em que indivíduos e empresas podem manifestar interesse em testá-lo e avaliá-lo.

    Para ficar por dentro de como tudo funciona, assista o vídeo abaixo:

    Interessante, não? Agora é aguardar mais um pouco até que este sistema entre no mercado de vez.

    Até a próxima!

    Abraço,

    Vinícius Mont Serrat

    Fonte: MacMagazine

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    fev/2010

    08

    Mobile Payment

    Mobile-Payment: Pagamento Móvel via celular no Brasil

    Hoje vamos ver um pouco mais sobre Mobile-Payment. Abaixo uma apresentação criada por Guacira Quirino Miranda há pouco mais de um ano atrás, mas que ainda traz dados interessantes, por isso resolvi publicá-la aqui. Vejamos:

    Em sua apresentação, Guacira mostra o mobile payment como uma forma de facilitar a transação de pequenas quantias, como pagamento entre pessoas, nas vendas porta-a-porta, dentre outros. Eu acrescento que o comércio também tem a ganhar com esta forma de pagamento, pois facilita não só a vida do comerciante, mas também a do consumidor.

    A hipótese do celular se tornar uma carteira eletrônica, como exposto na apresentação, pode ser visto como algo mais amplo. Os celulares fazem parte da vida da grande maioria das pessoas hoje em dia, pois ele serve não só para ligar, mas também para bater uma foto, mandar uma mensagem de texto, acessar a internet e, por que não, realizar transações monetárias de forma tão simples quanto todos os demais recursos que acabei de citar. Com isso o celular acaba se tornando um “tudo-em-um”.

    Alguns dos problemas citados na apresentação ainda são válidos para os dias de hoje. A cultura é uma delas. O hábito de usar o celular como forma de realizar pagamentos ainda hoje é algo a ser trabalhado entre os consumidores, e este é o principal desafio a ser superado.

    Quanto às vantagens, estas são as mais variadas possíveis. Uma das que mais me chama a atenção é a abolição de papel e plástico, sendo assim sustentável. Além disso, a mobilidade e o alcance a clientes que não possuem contas bancárias, como os adolescentes, são vantagens de extrema importância.

    E você, o que acha do Mobile-Payment?

    Abraço,

    Vinícius Mont Serrat

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    jan/2010

    26

    MarketingMobile Payment

    Help Haiti via SMS

    Este é o título de um post que li no Comunicadores. Em seu conteúdo, apenas o breve texto e em seguida o vídeo:

    “Depois do infeliz acontecimento no Haiti, inúmeras ações e campanhas para angariar fundos e ajuda estão na mídia. Mas esse filme desenvolvido pela agência holandesa N=5 é o mais simples e genial feito para estimular a doação via SMS para o país:”

    Olhando por este lado “genial” da coisa, fica fácil perceber porque as pessoas esquecem de vestir a calça para sair de casa, mas não esquecem o celular. Um aparelho um tanto quanto “simples” e que faz TUDO (ou quase tudo) o que você precisa. Inclusive, pagar a conta do cinema do seu filho sem precisar estar presente no cinema, apenas com uma mensagem de texto.

    Ser simples é genial, o difícil é ser simples!

    Abraço,

    Vinícius Mont Serrat

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    dez/2009

    11

    Mobile Payment

    As novas tecnologias para pagar contas

    Abaixo uma reportagem exibida no Jornal Da Globo no dia 03 de dezembro de 2009 sobre novas maneiras de realizar pagamentos utilizando, dentre outras formas, o celular. A reportagem fala por si só. Veja:

    Bastante interessante, não?! Que tal aproveitar e dar um toque de mobilidade e facilidade na hora de pagar suas contas? Pense nisso!

    Abraço,

    Vinícius Mont Serrat

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    dez/2009

    08

    Mobile Payment

    Fundador do Twitter inova com o Square – Sistema de pagamento móvel

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    Facilitar a vida de quem quer adquirir um produto e/ou serviço, ou mesmo de quem que efetuar a venda do mesmo. Cada vez mais as empresas estão tornando ainda mais cômodo realizar transações monetárias. O celular está sendo uma das formais mais usadas para convergir essas transações, vide a dependência que as pessoas têm com tal aparelho móvel.

    Seguindo esta linha de raciocínio (ou não – rs) é que o presidente e fundador do Twitter, Jack Dorsey, está desenvolvendo mais um dos seus projetos geniais, o Square.

    “O sistema consiste num app combinado com um pequeno leitor de cartões de crédito (curiosamente conectado à entrada de 3,5mm para fones de ouvido), que proporcionará pagamentos móveis via smartphones e gadgets como iPhones/iPods touch. Por enquanto, ele está em fase beta privada.”

    via Mac Magazine

    O vídeo abaixo publicado pela TechCrunch mostra o aplicativo funcionando. A gravação não foi das melhores, mas conseguimos ter uma noção melhor do Square com ele.

    Com o vídeo podemos observar que o sistema é ágil, além de aceitar autenticação digital e emissão de recibos/notas ficais via email e/ou SMS. É quase um PayPal mobile.

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    Talvez não seja uma novidade tão inovadora, mas o serviço promete reduzir os custos com operações não cobrando “certas” taxas de deus usuários, abrindo espaço para empresas e comerciantes de menor porte.

    Abraços,

    Vinícius Mont Serrat

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    nov/2009

    30

    Mobile Payment

    Pagando com o celular – modelo financeiro

    mobile-payment

    Agora é hora de começar a falar do modelo financeiro. Por mais que escutemos com tanta frequência a pergunta “crédito ou débito?”, vocês perceberão que em m-payments estes produtos estão literalmente mundos à parte. Uma dúvida: porque será que os lojistas sempre falam crédito primeiro, mesmo sendo este o produto de maior custo para eles? De qualquer forma, vou romper com a tradição e falar de débito primeiro. O crédito vai ter esperar o post seguinte.

    O produto débito é sem dúvida nenhuma o grande sucesso do mundo de m-payments. Não tão notada como a com o Cristo Redentor decolando, a capa da revista inglesa The Economist de dois meses atrás tinha uma mulher africana com um celular e o título: “The Power of mobile Money”. Numa longa reportagem, a revista enaltece os méritos de usar o celular para oferecer serviços financeiros à população que não possui conta em bancos. Num outro post, falarei da matéria em detalhe, mas as principais vantagens apontadas pela revista é o fato de o celular já estar na mão de todo mundo e de poder oferecer um serviço prático e seguro a baixo custo.

    Como funciona este modelo no mundo? O cliente deposita dinheiro em uma conta que pode ser usada para compras, transferências e, em muitos casos, saque. Tanto o depósito como o saque são na maioria das vezes feitos nos pontos de venda de recarga para telefonia móvel. Além de usar a rede de revendas de telecom, as transações de compras, transferências e até saques usam uma tecnologia SMS parecida com a da Oi Paggo.

    Se você pensar, este produto oferece quase todos os serviços financeiros que um indivíduo precisa e permite guardar dinheiro de maneira segura. Possibilita comprar em lojistas de vários segmentos e fazer transferências para outros clientes do serviço. Como era de se esperar, estes serviços prosperam em áreas em que a infra-estrutura bancária é pior que a de telecomunicações. Apesar de haver vários exemplos espalhados pela África e a Ásia, o Quênia e as Filipinas são os maiores casos de sucesso deste modelo.

    Ah, eu estava quase esquecendo de falar do grande desafio do modelo débito: convencer usuários a pegar dinheiro vivo, que é amplamente aceito e muito prático, e depositar o mesmo numa plataforma de pagamentos fechada. No caso do Quênia e das Filipinas, o principal fator para superar esta barreira foi o estrondoso sucesso da transferência entre usuários. Esta facilidade, muitas vezes chamada de peer-to-peer ou P2P, permitiu que a população desses países fizesse em poucos segundos transferências de dinheiro para familiares ou amigos distantes (muitas vezes em outros países) a uma fração dos preços dos serviços alternativos .

    Resumindo, no mundo m-payments no modelo débito tem sido utilizado para oferecer serviços financeiros básico para indivíduos não que não possuem contas em banco em economias emergentes, com destaque para Ásia e África.

    Boa compras!

    Abs,

    Roberto Rittes

    Imagem: twoeyes

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    nov/2009

    18

    Blog Oi PaggoMobile Payment

    Oi…

    Bem-vindos ao Blog do Oi Paggo, a única empresa comercial de mobile payments no Brasil. Como diretor geral da empresa e, principalmente, como um dos maiores entusiastas do assunto no Brasil, vou trazer com freqüência todas as novidades desse mundo para vocês no nosso blog.

    Agora, para começar, nada mais lógico do que fazer uma pequena introdução sobre mobile payments. Vamos lá:

    Como o próprio nome diz, mobile payments (ou o abreviado m-payments) é pagar usando o celular. Apesar de ser um conceito relativamente novo, hoje já existem 120 serviços de m-payment em 70 países e, como era de se esperar, usando modelos bastante diferentes. Apesar das suas peculiaridades, de maneira bem geral estes serviços podem ser categorizados com base nos dois principais elementos: tecnologia utilizada e modelo financeiro (crédito ou débito). Hoje vou abordar somente o tema da tecnologia.

    As duas principais tecnologias são SMS (em seus vários formatos) e NFC (Near Field Communication). Alguns serviços usam uma terceira tecnologia chamada USSD, que se aproveita da rede de sinalização GSM. Apesar de ser bem-sucedida em mercados que já usam a tecnologia para serviços da operadora, não tem grande representatividade.

    A grande vantagem do SMS é sua compatibilidade com a base de celulares existente. Antigo ou novo, barato ou caro, praticamente todos os celulares podem oferecer m-payments via SMS – na maioria das vezes, como é o caso do Oi Paggo, sem necessidade de mudar o SIM-Card do usuário. Usando o exemplo do Oi Paggo, o usuário recebe um SMS especial (SMS classe zero) que pula na frente da tela com o resumo da compra: estabelecimento, valor e etc.. O usuário clica “ok” e imediatamente aparece uma segunda tela para colocação da senha pessoal. Segundos depois, o usuário recebe um SMS normal que entra na caixa de entradas com a confirmação da compra. Rápido, simples e prático. Sugiro a vocês visitarem o site do Oi Paggo para ver uma animação da nossa transação. Quem tiver Oi pode até fazer uma transação de teste.

    O NFC é o futuro de m-payments. Basicamente, você encosta o celular em um sensor específico e pronto. Para compras pequenas não precisa nem colocar senha. Processo parecido com alguns tipos de crachás que controlam acesso a ambientes corporativos. Encosta e pronto. Funciona muito bem para compras que precisam ser rápidas, como passagens do metrô.

    Visa e MasterCard já têm produtos parecidos que usam, em vez do celular, chaveiros e outros formatos. A grande vantagem do celular é a capacidade de usar a rede de dados para, por exemplo, atualizar saldos. Além de estar sempre no seu bolso e ter tela e teclado para colocar senha. Na verdade o único problema do NFC é que ele depende de aparelhos com um chip específico para o serviço. O padrão desta tecnologia foi definido há pouco tempo e aparelhos com a nova versão só serão lançados no começo do ano que vem na Europa. Ainda não está definido quando chegarão ao Brasil, mas infelizmente demorarão anos para ter massa crítica. Algumas novidades nos SIM-Cards podem ser disruptivas, mas ainda é muito cedo para especular.

    No próximo post eu falo do modelo financeiro.

    Boa compras!

    Abs,

    Roberto

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